"Não Adianta", som de KID MC ft. Andrónico MC (beat: Boni) extraído do album "Caminhos", agora disponível no player "Mad Tapes Rádio" aí ao lado, e também no myspace do mano.
Imagens ripadas de uma VHS bem antiga (já cheia de pó n shit) que eu tinha lá no kubico...classic stuff...ou seja, imagens do primeiro Workshop de Hip Hop em Angola, a cena teve lugar no lendário Elinga Teatro, dia 24 de Novembro de 2001. Nomes como MC K, Raf Tag, AC, Bob Da Rage Sense, Laton (ainda careca na altura), Absolutos, As Pragas, Exkal Shine, Divino Magno, B-Boy Ninja, Hemoglobina, Dread Joseph, Reverendo, uns manos da Fortaleza Neutra e Ebony Squad, eu aí atrás dos pratos e muitos outros, participaram neste evento onde celebrou-se a cultura Hip Hop e os seus elementos principais.
Por ser viciado em sneakers, não podia deixar de postar aqui no blog o feito deste grande coleccionador conhecido como "Mayor". O mano recentemente conseguiu juntar 1000 pares de Air Force 1s na sua colecção. Leia a entrevista feita ao boy pelo site Freshness.
O mano vai cruzar para o grande festival de Hip Hop dia 30 de Novembro no cine Karl Marx. Fazem também parte do cartaz nomes como Big Nelo, Kalibrados, Reptile, Dji Tafinha, Keima Roupa, Diff, Cage 1, Zona 5, e a representar a Mad Tapes, KID MC. Apareçam!!! One Samurai
Antes de ter gravado o freestyle do Fabious, o Vui também estava no carro e não deixou de cuspir alguns bars. Captado em Fevereiro de 2007, quando o beef com o Sandokan ainda estava quente. Não confundam, os manos agora estão em paz.
Gravado em Fevereiro de 2007 após o photoshoot que fiz para capa dos Zona 5. Estava com a camera na mão e aproveitei para captar alguns freestyles, incluíndo este de Fabious.
Ya manos, o boy não está para brincadeiras, segundo album no mesmo ano...aí vem "Hardcore" agendado o lançamento para dia 13 de Dezembro no Cine Atlântico. Por enquanto fiquem com a tracklist e um mp3 para atiçar a cena:
Hardcore Tracklist:
01- Intro 02- 100 segredos c/ CANICIA - beat: DJI TAFINHA 03- Nem tudo é o q parece - beat: DJI TAFINHA 04- Sou eu mesmo sempre c/ VALETE - beat: DJI TAFINHA 05- I love you mama - beat: BU2 06- Quantos? - beat: DJI TAFINHA 07- K.O c/ SAM THE KID - beat: DJI TAFINHA 08- Bitch - beat: DJI TAFINHA e XERIFE 09- A minha situação c/ Edmasia - beat: DJI TAFINHA 10- Break it down c/ Young Dee - beat: DJI TAFINHA 11- Hardcore c/ Nga - beat: BU2 12- O mundo È teuÖ - beat: DJI TAFINHA
"Kooltivar O Single", primeiro trabalho discográfico a solo de Kool Klever, lembro-me de ter sido uma edição super limitada lançada em 2004 via Mad Tapes. Para quem não caulou a cena, aqui vai a tracklist e o link para download:
01. "Nós Somos" beat: Laton 02. "Kooltivar" (Rimas e Flows) ft. Afro Kett beat: Sam The Kid 03. "Ghetto Dreams" beat: Laton
Filmado em meados de 2004, quando o Klever cruzou na South (Africa do Sul para quem não entende o calão) para gravar umas tracks para o album Kooltivar. Na altura a cena estava para sair pela Mad Tapes mas não saíu. Sendo assim, enquanto o disco não cai, fiquem com sum classic shit, acapella style!!!
Ankh aka Mondelane, junto com Afro Kett, formavam o grupo Consciência d´ Africa, responsável por hits como "Verdades de Arquivo" e "A Solução está em vossas mãos", sons que bateram bué na old school. Hoje o mano encontra-se na Holanda e já há muito que não falamos...esta é uma mixtape que me foi entregue há uns tempos atrás, mambo fat com blends e scratches do grandeDJ Irie e beats dos conhecidos J Dilla, Nicolay e 9th Wonder:
"Em Peso" foi um grande projecto do grupo Absolutos (Ruzenox, Corleonne & Abdiel), editado em Fevereiro de 2005 pela Mad Tapes. Infelizmente, e por motivos internos, este album não teve um lançamento e distribuição oficial....sem mais blahs blahs, aqui vai a tracklist e o link para download:
PRODUÇÃO EXECUTIVA: LATON E SAMURAI Todos os beats produzidos por Laton (excepto 03 produzido por LC) Mistura e Masterização: Robin Kohl pela Jazzworx. Capa Design: Samurai pela Samurai Graphix.
As palavras mais associadas à candidatura, e agora vitória, de Barack Obama são "mudança" e "esperança". Mas, mantendo o espírito bíblico que o senador democrata tanto gosta de usar em seus emocionantes discursos, é possível falar também em "ressurreição". Ressurreição de uma nação, a mais poderosa do planeta, que ao longo dos últimos oito anos perdeu o rumo e a confiança em si mesma.
Analistas têm dito, e repetirão nos próximos dias, que a crise econômica americana foi decisiva na vitória histórica de Obama. No dia 15 de setembro, os americanos acordaram com a notícia da quebra do banco Lehman Brothers e do resgate financeiro do Merrill Lynch. Dias depois, Obama superava John McCain nas pesquisas de opinião. A crise não era nova, mas o desastre de grandes instituições significou o auge da desintegração do espírito americano e deu forças ao candidato da oposição. Assim como o anúncio oficial de que não havia armas de destruição em massa no Iraque ou a incompetência do governo federal em lidar com a tragédia do furacão Katrina, a crise financeira fez os americanos acordarem para um fato incontestável: do jeito que o país estava não era possível continuar.
Barack Obama venceu a disputa presidencial porque representava, mais do que ninguém, a necessidade de mudança. Os Estados Unidos estavam derrotados, na sua política externa, na sua economia e até mesmo na sua infra-estrutura. Justin Webb, repórter da BBC em Washington, falou em seu blog de pontes na Pennsylvania praticamente caindo aos pedaços. Como escreveu o influente jornalista americano Thomas Friedman, no New York Times: "Nós não somos mais tão poderosos como éramos". A grande América estava de joelhos, sem armas ou estratégia para vencer suas guerras e sem dinheiro para salvar seus bancos e endividados proprietários de imóveis.
Obama venceu porque simbolizava uma nova era. O senador de Illinois não poderia ser mais diferente do que o atual chefe de governo. George W. Bush, filho de um ex-presidente, chegou à Casa Branca com um projeto decidido entre quatro paredes, construído pelo estrategista político Karl Rove, associado a interesses empresariais texanos. A candidatura de Obama obteve apoio e dinheiro na internet, de jovens que se organizaram nos quatro cantos dos Estados Unidos, e transformou-se num movimento político avassalador. Ele decidiu enfrentar a favorita Hillary Clinton quando muitos lhe diziam para que esperasse sua vez. Ousou alterar o roteiro pré-definido pela liderança política do seu próprio partido. Obama acreditou ser o político certo na hora certa, e o histórico 4 de novembro de 2008 não deixou dúvidas disso.
Quanto a John McCain, ele mais uma vez merece elogios pela elegância de seu discurso em que aceitou a derrota. Como já havia feito na campanha, teve de pedir que seus seguidores se calassem quando sua referência a Obama foi recebida com vaias. O candidato derrotado mostrou respeito e admiração por seu adversário e disse que a vitória democrata era motivo de orgulho para a população negra americana. McCain certamente deve imaginar que seu tempo, na verdade, já havia passado. No fundo ele deve imaginar como teria sido se tivesse conseguido derrotar George Bush na disputa pela indicação republicana em 2000. Talvez oito anos atrás, contra Al Gore, ele tivesse chegado à Casa Branca. Mas contra um jovem senador negro de Chicago, de cuja boca só saem palavras de esperança e transformação, McCain não teve chances. A América está morta, e Barack Obama promete sua ressurreição.
Posso afirmar que este é um post de alívio...Já há muito que não ficava tão nervoso ao ver uma corrida, desde os tempos do Senna... foi realmente incrível o final do GP Brazil, depois de ter perdido o titúlo o ano passado por pura máfia, este ano o talento falou mais alto... Valeu Hamilton!!!